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2011 Chateau Lafite Rothschild

2011 Chateau Lafite Rothschild

750.00

1 em stock

Visualmente, o Château Lafite Rothschild 2011 apresenta uma cor rubi profunda com reflexos granada, demonstrando concentração moderada e elegância típica da casa. No nariz, revela um perfil aromático extremamente refinado e preciso. Surgem inicialmente notas de fruta preta fresca, como cassis e amora, acompanhadas por nuances de cereja negra. Ao contrário de anos mais opulentos, aqui a fruta apresenta-se mais contida e elegante, refletindo o carácter da colheita. Com aeração, o vinho revela uma extraordinária complexidade aromática.

Desenvolvem-se notas clássicas de Pauillac, como cedro, caixa de charutos e grafite, acompanhadas por subtis apontamentos de tabaco fino. Surgem também nuances florais delicadas, nomeadamente violeta, bem como notas de especiarias finas e ervas secas. A influência da madeira manifesta-se de forma extremamente integrada, com ligeiros apontamentos de baunilha, tostados finos e uma elegância quase etérea.

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CASTAS
Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot

VINIFICAÇÃO
O Château Lafite Rothschild 2011 é um dos grandes vinhos da margem esquerda de Bordeaux, produzido na icónica propriedade Château Lafite Rothschild, classificada como Premier Grand Cru Classé na histórica Classificação Oficial dos Vinhos de Bordeaux de 1855.

Este vinho nasce de um terroir único, caracterizado por solos de cascalho profundo sobre subsolos calcários, ideais para a Cabernet Sauvignon, casta dominante no lote.

A colheita de 2011 foi marcada por condições climáticas desafiantes, com um início de ciclo quente e seco seguido por períodos mais frescos e alguma irregularidade na maturação.

Este contexto exigiu uma seleção extremamente rigorosa das uvas, tanto na vinha como na adega, garantindo que apenas a melhor matéria-prima fosse utilizada.

A vindima foi realizada manualmente, parcela a parcela, respeitando o ponto ideal de maturação de cada casta e talhão. Após a receção na adega, as uvas foram cuidadosamente triadas, desengaçadas e ligeiramente esmagadas.

A fermentação alcoólica ocorreu em cubas de aço inoxidável e cimento com controlo preciso de temperatura. Durante a fermentação, foram realizadas remontagens e macerações suaves e cuidadosamente ajustadas ao perfil da colheita, privilegiando elegância, finesse e precisão aromática em detrimento de extração excessiva.

Este cuidado foi fundamental num ano como 2011, onde a subtileza e o equilíbrio foram mais importantes do que a concentração extrema.

Após a fermentação alcoólica, o vinho passou pela fermentação maloláctica, contribuindo para maior integração e estabilidade estrutural.

ENVELHECIMENTO
Após a fermentação maloláctica, o vinho foi transferido para barricas novas de carvalho francês, onde iniciou um estágio prolongado de cerca de 18 a 20 meses.

A utilização de barricas novas, característica do estilo do Lafite, contribui para a estrutura e complexidade do vinho, sem comprometer a sua elegância intrínseca.

Durante este período, a micro-oxigenação natural proporcionada pela madeira permitiu uma evolução lenta e controlada dos taninos, promovendo a sua polimerização e refinamento.

Este processo é essencial para alcançar a textura sedosa e a precisão estrutural que caracterizam os grandes vinhos de Lafite. Ao longo do estágio, o vinho foi sujeito a trasfegas periódicas, permitindo clarificação natural e maior estabilidade.

A equipa técnica da propriedade realizou provas constantes, ajustando o lote final de forma a refletir fielmente o carácter da colheita.

Após o estágio em barrica, o vinho foi cuidadosamente engarrafado e colocado em cave para envelhecimento adicional, onde continua a evoluir de forma lenta e harmoniosa.

NOTAS DE PROVA
Visualmente, o Château Lafite Rothschild 2011 apresenta uma cor rubi profunda com reflexos granada, demonstrando concentração moderada e elegância típica da casa.

No nariz, revela um perfil aromático extremamente refinado e preciso. Surgem inicialmente notas de fruta preta fresca, como cassis e amora, acompanhadas por nuances de cereja negra.

Ao contrário de anos mais opulentos, aqui a fruta apresenta-se mais contida e elegante, refletindo o carácter da colheita. Com aeração, o vinho revela uma extraordinária complexidade aromática.

Desenvolvem-se notas clássicas de Pauillac, como cedro, caixa de charutos e grafite, acompanhadas por subtis apontamentos de tabaco fino.

Surgem também nuances florais delicadas, nomeadamente violeta, bem como notas de especiarias finas e ervas secas. A influência da madeira manifesta-se de forma extremamente integrada, com ligeiros apontamentos de baunilha, tostados finos e uma elegância quase etérea.

Com mais tempo no copo, emergem notas minerais e ligeiras sugestões de terra húmida, acrescentando profundidade ao conjunto.

Na boca, apresenta uma entrada precisa e elegante, com taninos finos, lineares e muito bem definidos. A acidez é vibrante e desempenha um papel fundamental na estrutura do vinho, conferindo frescura e longevidade.

O meio de boca é mais contido do que em colheitas mais potentes, mas revela grande finesse, com camadas de fruta fresca, mineralidade e especiarias subtis.

O final é longo, elegante e extremamente preciso, marcado por notas de cassis, grafite e cedro, com uma persistência delicada mas muito sofisticada.

SUGESTÕES
Deve ser servido a uma temperatura de 16ºC – 18ºC. O Château Lafite Rothschild 2011, pela sua elegância e finesse, harmoniza particularmente bem com pratos refinados e menos pesados, onde a subtileza do vinho pode brilhar.

É uma excelente escolha para acompanhar carnes nobres como vitela, lombo de vaca ou cordeiro preparado de forma delicada.

Também combina muito bem com aves de caça, como pombo ou perdiz, especialmente quando acompanhadas por molhos leves à base de vinho ou ervas aromáticas.

Pratos com cogumelos silvestres ou trufas encontram grande afinidade com a componente terrosa e mineral do vinho. A sua elegância permite ainda harmonizações interessantes com cozinha clássica francesa e mediterrânica, onde o equilíbrio e a precisão dos sabores são fundamentais.

Queijos curados de média intensidade, especialmente de pasta firme, constituem também uma excelente combinação.

ENOLOGIA
Eric Kohler

TEOR ALCOÓLICO
12.5%

Peso 1 kg
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