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2009 Domaine de Chevalier

2009 Domaine de Chevalier

95.00

1 em stock

No nariz, o Domaine de Chevalier 2009 revela-se de imediato profundo e expansivo, exibindo uma pureza extraordinária de fruta negra: amora silvestre, cassis denso e ameixa madura.

Gradualmente surgem camadas mais complexas de cedro, grafite molhada, caixa de charutos e um toque subtil de carvão fino e fumo, típicos dos melhores exemplares de Pessac-Léognan. Com aeração, emergem notas de violeta, trufa branca jovem, terra húmida e especiarias delicadas como pimenta preta, noz-moscada e anis.

Em boca, o vinho impressiona pela amplitude imediata e pela textura cremosa, mas com um núcleo firme de taninos finos, densos e envolventes, que estruturam o paladar sem agressividade. O meio de boca é generoso e concentrado, revelando camadas de fruta madura envolvidas por frescura impecável, um equilíbrio raro num ano tão quente.

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CASTAS
Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc, Petit Verdot

VINIFICAÇÃO
A vinificação do Domaine de Chevalier 2009 iniciou-se com vindima manual lote a lote, garantindo que cada parcela fosse colhida no ponto exacto de maturação fenólica. Após dupla triagem, primeiro em cacho e depois bago a bago, a fermentação ocorreu em cubas de inox e pequenas cubas de cimento, sempre com controlo térmico rigoroso.

A maceração decorreu longa e progressivamente, com pigeages e remontagens alternados, ajustados diariamente conforme avaliações sensoriais, de forma a extrair taninos maduros e cor intensa sem qualquer dureza vegetal. A fermentação maloláctica foi conduzida em barricas, permitindo uma integração mais suave entre o carácter frutado do vinho e a madeira.

A filosofia de intervenção mínima manteve-se em todo o processo, com cada decisão baseada em provas diárias que visavam preservar a pureza da fruta e a elegância estrutural característica de Chevalier.

ENVELHECIMENTO
O estágio prolongou-se por cerca de 16 a 18 meses em barricas de carvalho francês, uma parte significativa novas, escolhidas de tanoarias que oferecem grão muito fino e tostagens discretas. Este tipo de madeira permitiu realçar o perfume e profundidade do Cabernet Sauvignon sem dominar a expressão de terroir.

O vinho permaneceu em cave fria e húmida, sofrendo transvases periódicos com o objectivo de clarificar naturalmente o líquido e promover micro-oxigenação controlada, essencial para polir os taninos. No final do estágio, cada lote foi novamente provado e seleccionado para compor o blend final, reforçando a precisão e a elegância do estilo da propriedade.

Após o engarrafamento, o vinho descansou longamente, estabilizando a sua estrutura imponente antes de chegar ao mercado.

NOTAS DE PROVA
No nariz, o Domaine de Chevalier 2009 revela-se de imediato profundo e expansivo, exibindo uma pureza extraordinária de fruta negra: amora silvestre, cassis denso e ameixa madura.

Gradualmente surgem camadas mais complexas de cedro, grafite molhada, caixa de charutos e um toque subtil de carvão fino e fumo, típicos dos melhores exemplares de Pessac-Léognan. Com aeração, emergem notas de violeta, trufa branca jovem, terra húmida e especiarias delicadas como pimenta preta, noz-moscada e anis.

Em boca, o vinho impressiona pela amplitude imediata e pela textura cremosa, mas com um núcleo firme de taninos finos, densos e envolventes, que estruturam o paladar sem agressividade. O meio de boca é generoso e concentrado, revelando camadas de fruta madura envolvidas por frescura impecável, um equilíbrio raro num ano tão quente.

A acidez, luminosa e perfeitamente integrada, confere vivacidade e alonga o desenvolvimento até um final extremamente longo, marcado por notas de grafite, chocolate negro, folhas de tabaco e um traço mineral profundo que permanece por longos segundos.

É um vinho já magnífico, mas com décadas de vida pela frente, um clássico moderno de Chevalier.

SUGESTÕES
Deve ser servido a uma temperatura de 16ºC – 18ºC. A estrutura e complexidade do Domaine de Chevalier 2009 fazem dele parceiro ideal de pratos de grande elegância gastronómica. Carnes de caça maior, veado, javali ou corço, preparadas lentamente em redução de vinho tinto, apresentam um diálogo perfeito com a profundidade e a componente terrosa do vinho.

Assados de borrego com ervas aromáticas e crosta ligeiramente tostada realçam a sua mineralidade, enquanto pratos de vaca maturada de alta qualidade evidenciam a densidade do meio de boca. Risotos de cogumelos porcini, estufados de rabo de boi e aves nobres como faisão ou capão elevam o lado especiado e floral do vinho.

Para fecho de refeição, queijos de pasta dura, como Comté envelhecido ou Queijo da Serra bem curado, acompanham a sua persistência e amplitude aromática.

ENOLOGIA
Olivier Bernard

TEOR ALCOÓLICO
13.5%

Peso 1 kg
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