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1997 Guigal Cote Rotie La Mouline

1997 Guigal Cote Rotie La Mouline

385.00

2 em stock

O La Mouline 1997 apresenta uma cor profunda, rubi-granada intensa, com ligeiros reflexos já atestando a sua evolução em garrafa, mas ainda com luminosidade e concentração impressionantes.

No nariz, revela-se de imediato opulento e sedutor, abrindo com uma profusão de fruta preta madura como amora, cereja preta e ameixa, envolvida em notas florais intensas de violeta e jasmim, típicas da presença de Viognier.

À medida que o vinho respira, emergem camadas mais complexas: especiarias doces como canela e noz-moscada, notas de pimenta preta moída, alcaçuz, grafite e subtis nuances de carne curada e fumados, características da Syrah de Côte-Rôtie. A madeira nova, ainda presente, acrescenta aromas de mocha, cacau, café torrado e baunilha, que se entrelaçam com a fruta num bouquet exuberante e multifacetado.

2 em stock

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CASTAS
Syrah, Viognier

VINIFICAÇÃO
A vinificação deste Guigal Cote Rotie La Mouline 1997 é realizada de forma tradicional, com fermentação alcoólica em cubas de inox de temperatura controlada e maceração prolongada, que permite uma extracção profunda da cor, dos taninos e dos aromas. O processo inclui remontagens frequentes para garantir intensidade e concentração, mas sem perder a elegância característica da parcela.

A fermentação maloláctica ocorre em madeira, favorecendo a integração dos elementos aromáticos e estruturais. O co-fermentado de Syrah e Viognier é fundamental para criar a harmonia floral e a textura tão singulares deste vinho.

ENVELHECIMENTO
Após a fermentação, o vinho estagia em barricas de carvalho francês 100% novas durante aproximadamente mais de três anos.

Esta longa permanência em madeira nova é uma das assinaturas de Guigal e confere ao La Mouline camadas adicionais de complexidade, arredondando taninos e adicionando notas de baunilha, mocha, especiarias doces e chocolate.

Contudo, a madeira nunca se sobrepõe: pelo contrário, integra-se num todo majestoso, enriquecendo a estrutura sem anular a pureza da fruta e a identidade da vinha.

NOTAS DE PROVA
O La Mouline 1997 apresenta uma cor profunda, rubi-granada intensa, com ligeiros reflexos já atestando a sua evolução em garrafa, mas ainda com luminosidade e concentração impressionantes.

No nariz, revela-se de imediato opulento e sedutor, abrindo com uma profusão de fruta preta madura como amora, cereja preta e ameixa, envolvida em notas florais intensas de violeta e jasmim, típicas da presença de Viognier.

À medida que o vinho respira, emergem camadas mais complexas: especiarias doces como canela e noz-moscada, notas de pimenta preta moída, alcaçuz, grafite e subtis nuances de carne curada e fumados, características da Syrah de Côte-Rôtie. A madeira nova, ainda presente, acrescenta aromas de mocha, cacau, café torrado e baunilha, que se entrelaçam com a fruta num bouquet exuberante e multifacetado.

Na boca, o vinho mostra-se absolutamente encantador, confirmando a sua reputação como o mais sedoso e voluptuoso dos “La-Las”. A entrada é ampla e rica, com uma textura quase cremosa, sustentada por taninos incrivelmente finos e polidos, que envolvem o palato sem qualquer aresta.

O corpo é cheio, mas nunca pesado, equilibrado por uma acidez subtil que mantém a frescura e prolonga a vivacidade da fruta. O meio de boca revela uma impressionante sucessão de camadas de sabor: fruta preta madura e suculenta, notas florais perfumadas, especiarias exóticas e uma mineralidade terrosa e fumada que traz profundidade.

O final é extraordinariamente longo, persistente e memorável, deixando ecos de ameixa, violeta, chocolate negro, pimenta e um traço defumado que caracteriza a Syrah do Rhône Norte. Trata-se de um vinho voluptuoso, sensorialmente expansivo, que combina potência e delicadeza com maestria.

SUGESTÕES
Deve ser servido a uma temperatura de 16ºC – 18ºC. O La Mouline 1997 pede harmonizações à altura da sua exuberância. Carnes de caça de textura suculenta, como perdiz ou pato assado com molho de frutos silvestres, são parceiros ideais.

Um carré de cordeiro com crosta de ervas aromáticas, ou pratos de vitela em redução de vinho tinto, revelam a sua versatilidade gastronómica. Também se conjuga de forma sublime com pratos de cogumelos selvagens ou trufas, que enaltecem a sua componente terrosa e aromática.

Queijos macios e intensos, como um Brie trufado ou um Epoisses maturado, são igualmente combinações de luxo.

ENOLOGIA
Marcel Guigal

TEOR ALCOÓLICO
13.0%

Peso 1 kg
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