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1996 Sogrape Reserva Dão

1996 Sogrape Reserva Dão

45.00

1 em stock

O Sogrape Reserva Dão 1996 apresenta uma cor rubi profunda, já com laivos granada típicos da evolução em garrafa. No nariz, apresenta um bouquet complexo e elegante, com aromas de fruta preta madura, ervas secas, musgo, toques de bosque, especiarias finas e notas florais e balsâmicas. No palato, tem uma estrutura equilibrada e refinada, com taninos já suavizados pela idade, corpo médio a cheio, e acidez ainda viva, características distintivas do Dão clássico e bem envelhecido. O final é longo, com persistência de fruta, especiarias secas e uma componente terrosa envolvente.

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CASTAS
Touriga Nacional, Tinta Pinheira, Tinta Carvalha, Alvarelhão e Jaen

VINIFICAÇÃO
N/D

ENVELHECIMENTO
Produzido apenas em anos excepcionais, é cuidadosamente envelhecido em cascos de carvalho.

NOTAS DE PROVA
O Sogrape Reserva Dão 1996 é um vinho que se insere na linhagem clássica da Sogrape, produzida com castas autóctones da região do Dão, plantadas em solos graníticos e de elevada altitude, oferecendo uma expressão pura do terroir. Apresenta uma cor rubi profunda, já com laivos granada típicos da evolução em garrafa. No nariz, apresenta um bouquet complexo e elegante, com aromas de fruta preta madura, ervas secas, musgo, toques de bosque, especiarias finas e notas florais e balsâmicas.

No palato, tem uma estrutura equilibrada e refinada, com taninos já suavizados pela idade, corpo médio a cheio, e acidez ainda viva, características distintivas do Dão clássico e bem envelhecido. O final é longo, com persistência de fruta, especiarias secas e uma componente terrosa envolvente. A reputação da Sogrape e o perfil consistente desta gama permitem recomendar este vinho como uma excelente escolha para os apreciadores de tintos com história e evolução, representando não só uma viagem sensorial, mas também um fragmento da tradição vinícola portuguesa.

SUGESTÕES
Deve ser servido a uma temperatura de 16ºC – 18ºC. Acompanha bem pratos de sabor intenso e refinado. Carnes vermelhas, como um nobre naco de vitela grelhada ou um estufado de veado, ganham nova dimensão ao lado deste tinto envelhecido, cuja estrutura acompanha na perfeição a suculência da carne. Também os pratos tradicionais portugueses à base de caça, cordeiro ou cogumelos selvagens, revelam-se parceiros ideais, graças à afinidade com os aromas terrosos e especiados do vinho.

Queijos curados e intensos como o Queijo da Serra ou um bom queijo de cabra maturado — reforçam a elegância do conjunto, oferecendo contraste e profundidade. E para quem procura uma harmonização mais moderna, a cozinha portuguesa contemporânea com ervas aromáticas, legumes grelhados ou reduções balsâmicas encontra aqui um vinho à altura da sofisticação. Este é um vinho que convida à mesa com pratos de carácter e requinte, numa celebração do paladar e da tradição.

ENOLOGIA
Diogo Sepúlveda

TEOR ALCOÓLICO
12.5%

Peso 1 kg
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