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1990 Quinta da Aguieira Reserva Tinto

1990 Quinta da Aguieira Reserva Tinto

19.00

6 em stock

Este Quinta da Aguieira Reserva Tinto 1990 é um exemplo notável de um vinho tinto maduro da região da Bairrada, que demonstra todo o potencial de envelhecimento e a elegância da tradição vitivinícola portuguesa. Elaborado a partir de um lote clássico de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Cabernet Sauvignon, este vinho representa a estrutura, profundidade e complexidade típicas da região.

6 em stock

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CASTAS
Touriga Nacional, Tinta Roriz, Cabernet Sauvignon

VINIFICAÇÃO
Vindima manual com selecção de bagos.

ENVELHECIMENTO
Estágio de 12 meses em barricas novas de Carvalho Francês, e três anos em garrafa.

NOTAS DE PROVA
Este Quinta da Aguieira Reserva Tinto 1990 é um exemplo notável de um vinho tinto maduro da região da Bairrada, que demonstra todo o potencial de envelhecimento e a elegância da tradição vitivinícola portuguesa. Elaborado a partir de um lote clássico de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Cabernet Sauvignon, este vinho representa a estrutura, profundidade e complexidade típicas da região.

No copo, revela uma tonalidade granada intensa com reflexos acastanhados, sinal claro dos seus mais de 30 anos de evolução em garrafa. No nariz, destaca-se um bouquet altamente evoluído, com aromas terciários de fruta preta seca, cedro, couro envelhecido, folha de tabaco e trufa, complementados por notas subtis de eucalipto, violeta seca e chá preto.

Na boca, apresenta-se corpo médio, com uma expressão elegante de ameixa seca, cassis e arando desidratado, sobre camadas de notas terrosas, cogumelos silvestres e uma mineralidade distinta que reflete os solos argilo-calcários da Bairrada. Os taninos estão totalmente integrados e polidos, enquanto a acidez vibrante – tão característica da região – confere frescura e equilíbrio ao perfil maduro do vinho.

À medida que respira no copo, surgem nuances de mentol, grafite e especiarias, culminando num final longo e persistente, onde se destacam notas de caixa de charutos, cravinho e ervas secas. Trata-se de um vinho raro e coleccionável, um verdadeiro testemunho da sofisticação da enologia portuguesa, ideal para apreciadores que valorizam autenticidade, história e elegância em cada gole.

SUGESTÕES
Deve ser servido a uma temperatura de 16ºC – 18ºC. Acompanha bem pratos ricos e estruturados, capazes de acompanhar a sua profundidade e elegância. Carnes de caça, como javali estufado ou perdiz assada com ervas aromáticas, revelam a força e a textura dos taninos suavizados. Pratos tradicionais como cabrito assado no forno, cozido à portuguesa ou ensopado de borrego enaltecem as camadas de sabor do vinho, equilibrando o seu carácter envelhecido.

O lado terroso e mineral do vinho é ideal com risottos de cogumelos selvagens, tagliatelle com trufa preta ou pratos com castanhas e ervas mediterrânicas. Para experiências mais ousadas, queijos curados como o Serra da Estrela velho, Queijo da Ilha ou até queijo azul aportam intensidade e profundidade à harmonização.

Recomenda-se decantação cuidadosa por cerca de 30 a 60 minutos e serviço em copo largo tipo Bordeaux, para libertar toda a complexidade aromática deste vinho histórico.

ENOLOGIA
N/A

TEOR ALCOÓLICO
12.5%

Peso 1 kg
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