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1815 António Caetano Rodrigues Port

1815 António Caetano Rodrigues Port

1,900.00

Esgotado

No copo, um Porto de 1815 como o António Caetano Rodrigues revela-se como uma verdadeira cápsula do tempo, oferecendo uma cor âmbar profunda com reflexos acobreados e esverdeados na auréola, sinais inequívocos de dois séculos de repouso e oxidação controlada. No nariz, o bouquet é de uma complexidade quase indescritível, onde camadas de aromas se sobrepõem harmoniosamente: notas intensas de nozes, amêndoas torradas e avelãs misturam-se com sugestões de figos secos, tâmaras, passas e alperces em calda, entrelaçadas com nuances de mel de flor de laranjeira, caramelo macio, toffee e açúcar mascavado.

Esgotado

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CASTAS
Blend de castas

VINIFICAÇÃO
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ENVELHECIMENTO
N/A

NOTAS DE PROVA
Num copo, um Porto de 1815 como o António Caetano Rodrigues revela-se como uma verdadeira cápsula do tempo, oferecendo uma cor âmbar profunda com reflexos acobreados e esverdeados na auréola, sinais inequívocos de dois séculos de repouso e oxidação controlada.

No nariz, o bouquet é de uma complexidade quase indescritível, onde camadas de aromas se sobrepõem harmoniosamente: notas intensas de nozes, amêndoas torradas e avelãs misturam-se com sugestões de figos secos, tâmaras, passas e alperces em calda, entrelaçadas com nuances de mel de flor de laranjeira, caramelo macio, toffee e açúcar mascavado.

A oxidação prolongada confere também subtis toques de especiarias doces como canela, noz-moscada e cravinho, além de um intrigante apontamento balsâmico, lembrando caixa de charutos antiga, cedro polido e verniz fino, que se mistura com ecos de cacau e café moído.

Na boca, a textura é sedosa e envolvente, com uma doçura equilibrada por uma acidez viva que surpreende pela frescura, sustentando sabores concentrados que remetem a frutos secos, casca de laranja cristalizada e marmelada antiga, evoluindo lentamente para notas mais profundas de chocolate negro e mel de castanha.

O final é extremamente longo, quase interminável, deixando uma persistência aromática que ecoa por minutos, com resquícios de frutos secos, especiarias e um subtil toque salino, que convida à contemplação. Beber um vinho assim não é apenas uma experiência gustativa, mas um momento de ligação direta à história, onde cada gole conta uma história de paciência, tradição e raridade.

SUGESTÕES
Deve ser servido a uma temperatura de 10ºC – 14ºC. O Porto António Caetano Rodrigues 1815, pela sua raridade, profundidade e idade extraordinária, é um vinho que não exige harmonização para brilhar, sendo muitas vezes apreciado isoladamente como peça central de uma ocasião memorável.

No entanto, se desejarmos explorar combinações gastronómicas, ele harmoniza de forma magistral com queijos azuis de grande intensidade e cremosidade, como o Stilton, o Roquefort ou um Queijo da Serra curado, cuja salinidade e gordura equilibram a doçura e realçam as notas de frutos secos e especiarias do vinho.

Também pode ser servido com foie gras de pato ou ganso, quer em terrina, quer ligeiramente selado, onde a untuosidade e a riqueza do prato encontram eco na textura sedosa e na complexidade aromática do Porto. Para sobremesas, combina na perfeição com tartes de frutos secos, como nozes ou amêndoas caramelizadas, pudins de pão e manteiga com passas, ou um bolo inglês tradicional repleto de frutas cristalizadas e especiarias.

Uma harmonização mais ousada, mas sublime, é com chocolate negro de elevada percentagem de cacau, onde a intensidade amarga equilibra a doçura e acentua as notas de café, cacau e laranja cristalizada presentes no vinho. Para uma experiência mais meditativa e requintada, pode ser acompanhado apenas de frutos secos torrados e um bom charuto, prolongando a sensação de contemplação e celebração que um vinho de dois séculos naturalmente inspira.

ENOLOGIA
N/A

TEOR ALCOÓLICO
20.0%

Peso 1 kg
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